Advogado para Adicional de Periculosidade
O adicional de periculosidade é devido a quem exerce atividade com risco acentuado — explosivos, inflamáveis, energia elétrica, vigilância armada etc. — no percentual de 30% sobre o salário base (art. 193, CLT e NR-16).
Um advogado para adicional de periculosidade requer perícia, comprova exposição permanente ou intermitente ao risco, cobra o adicional não pago ou calculado sobre base errada, com reflexos em horas extras, férias, 13º e rescisão.
Eletricistas, motoristas de transporte de combustível, vigilantes e trabalhadores em refinarias e indústrias químicas do ABC são perfis frequentes de exposição a periculosidade.
A Quintilhano Advocacia assessora trabalhadores em Mauá e região na obtenção do adicional de periculosidade — com acompanhamento de perícia e cálculo de diferenças.
Resumo Rápido
- O que é: Cobrança de 30% sobre o salário base por atividade em condições perigosas.
- Quando procurar: Exposição a inflamáveis, eletricidade, explosivos ou risco de violência (vigilância).
- Região: Mauá, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Grande ABC.
- Atendimento: presencial (R. Cedral, 21), videoconferência e WhatsApp.
- Prazo geral: até 2 anos após o fim do contrato para ação trabalhista.
- Destaque: NR-16, perícia técnica e reflexos na remuneração.
- Contato: (11) 92102-3665 | contato@quintilhano.com.br
O que faz um advogado para adicional de periculosidade?
O advogado identifica a atividade enquadrada na NR-16, requer perícia judicial, demonstra exposição ao agente de risco, pleiteia 30% sobre o salário base (não o mínimo) e diferenças retroativas com todos os reflexos legais.
Quando procurar advogado para adicional de periculosidade?
- Trabalha com eletricidade em tensão perigosa
- Transporta ou armazena inflamáveis
- Atua como vigilante armado ou em segurança pessoal
- Empresa paga adicional sobre base salarial incorreta
- Exposição intermitente a área de risco
- Quer escolher entre periculosidade e insalubridade (o mais vantajoso)
Atividades com periculosidade (NR-16)
- Inflamáveis e explosivos — postos, distribuidoras, químicas
- Energia elétrica — sistemas em tensão (Anexo 4)
- Segurança pessoal ou patrimonial — vigilante armado (Lei 7.102/83)
- Radiação ionizante — atividades específicas
Base de cálculo
30% sobre o salário base (não o mínimo, diferente da insalubridade). Reflete em horas extras, adicional noturno, férias, 13º e FGTS.
Periculosidade e insalubridade não se acumulam — escolhe-se o adicional mais vantajoso. A assessoria trabalhista da Quintilhano, em Mauá, compara os dois e os reflexos nas demais verbas.
Como funciona o atendimento
- Primeiro contato — WhatsApp, telefone ou e-mail com descrição breve do caso.
- Análise do caso — avaliação de viabilidade, prazos e provas disponíveis.
- Documentação — organização de CTPS, holerites, TRCT, registros de ponto e demais provas.
- Estratégia jurídica — definição do caminho: acordo, notificação ou ação judicial.
- Acompanhamento — informações sobre audiências, perícias e propostas.
- Conclusão — orientação sobre cumprimento de decisão e próximos passos.
Documentos normalmente necessários
- CTPS, contrato de trabalho e holerites
- TRCT e extrato analítico do FGTS (se já demitido)
- Registros de ponto, escalas e comunicações sobre jornada
- Convenção coletiva da categoria
- Mensagens, e-mails e testemunhas (assédio ou rescisão indireta)
O advogado indicará exatamente o que é necessário após a análise inicial.
Por que escolher a Quintilhano Advocacia
- Atendimento personalizado — cada caso analisado individualmente
- Transparência — honorários e prazos claros desde o início
- Experiência — mais de 15 anos liderados por Fábio Quintilhano Gomes
- Endereço:
R. Cedral, 21 — 1º Andar, Salas 11/17
Jardim Pedroso — Mauá — SP
Com atendimento ao Grande ABC - Sem promessas de vitória — compromisso com a melhor estratégia jurídica
Endereço e contato
Quintilhano Advocacia
Endereço:
R. Cedral, 21 — 1º Andar, Salas 11/17
Jardim Pedroso — Mauá — SP
WhatsApp: (11) 92102-3665
E-mail: contato@quintilhano.com.br
Perguntas frequentes — advogado para adicional de periculosidade
Quanto é o adicional de periculosidade?
30% sobre o salário base do empregado (art. 193, CLT).
Periculosidade ou insalubridade?
O empregado escolhe o mais vantajoso — não acumula ambos (art. 193, § 2º).
Eletricista tem direito?
Sim, quando exposto a sistemas elétricos em tensão conforme NR-16, Anexo 4.
Vigilante tem periculosidade?
Vigilante armado sim, conforme legislação específica e jurisprudência.
Exposição intermitente conta?
Sim — exposição permanente ou intermitente gera direito (Súmula 364, TST).
Como comprovar?
Perícia técnica judicial conforme NR-16.
Diferenças retroativas?
Até 5 anos antes do ajuizamento, respeitada prescrição bienal.
A Quintilhano atende em Mauá?
Sim — R. Cedral, 21 — 1º Andar, Salas 11/17 e atendimento online para o ABC.
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